Como parte das comemorações dos 116 anos de história do Clube de Regatas do Flamengo, a editora LivrosdeFutebol.Com lança 1981: O PRIMEIRO ANO DO RESTO DE NOSSAS VIDAS, de Mauricio Neves de Jesus – com Arthur Muhlenberg e Lucas Dantas.
O livro foi escrito sob a forma de diário, com um texto para cada dia daquele que foi o ano mais vitorioso da história do Mais Querido e é o primeiro produto da parceria do Museu do Flamengo com a editora.
O Flamengo de 1981 foi o único time do País que ganhou três
títulos importantes num período de apenas 21 dias: a Libertadores (em 23
de novembro), o Estadual e o Mundial, respectivamente em 6 e 12 de
dezembro.
Nem o Santos de Pelé, o maior de todos os tempos, alcançou tal marca – garante o jornalista e maior historiador do Flamengo, Roberto Assaf. E explica: O
Flamengo de Zico – e de Leandro, Mozer, Júnior, Andrade, Adílio e Tita,
entre outros – era sobretudo um espetáculo capaz de atrair não só
rubro-negros, mas torcedores confessos dos demais clubes, incluindo os
cariocas.
O Autor apresenta fichas dos jogos mais importantes, bem como
transcrições de gols históricos, com narrações de José Carlos Araújo,
Jorge Curi, Waldyr Amaral, Doalcey Camargo, Edson Mauro, Cezar Rizzo e
Luiz Penido.
Especialmente convidados pelo Autor, jornalistas esportivos,
alguns flamenguistas apaixonados, escreveram sobre o time campeão:
Alexandre Lalas, Alexandre Souteiro, Aydano André Motta, Carlos Eduardo
Mansur, Hilton Mattos, Juan Saavedra, Leonardo André, Marceu Vieira,
Martha Esteves, Moraes, Pablo Duarte Cardoso, Paulo Cesar Vasconcellos,
Péris Ribeiro, Plínio Fraga e Renato Ramos. O prefácio é de Roberto
Assaf. A orelha, do craque Júnior.
O livro está documentado com mais de 50 fotos selecionadas para
mostrar não apenas lances fundamentais de jogos decisivos, mas imagens
inéditas dos bastidores da conquista, em vestiários, aeroportos, aviões e
estádios.
Sobre o Autor
Rubro-negro desde o berço, Mauricio Neves de Jesus herdou do pai a
paixão pelo Flamengo. Sua infância foi marcada pela afirmação da
geração de Zico e Júnior no time que chegaria ao seu auge em 1981.
Quando o Flamengo foi campeão mundial em Tó-quio, Mauricio tinha
oito anos. Três décadas depois, ainda considera aquele time do Flamengo o
que mais se aproximou da perfeição.
Advogado e professor universitário, Mauricio mora em Lages, na
Serra Catarinense, e mesmo longe, mantém o amor e a intimidade com o
Mais Querido: é sócio proprietário e membro do Conselho Consultivo do
Museu do Flamengo.
O autor tem textos publicados na coletânea “Ser Flamengo” (Folha
Seca, 2006) e é um dos idealizadores do site "Fla Manto Sagrado", além
de ser colecionador de camisas de futebol. Os itens preferidos da
coleção são camisas usadas pelo Flamengo no ano mais glorioso da
história do clube.
O único defeito do Flamengo de 1981 – lamenta ele – foi não ter durado para sempre.